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Blog do Dr. Felipe Caixeta

A dieta moderna, rica em carboidratos e pobre em fibras, frequentemente leva ao pré-diabetes, excesso de peso e as doenças crônicas mais comuns.

PRÉ-DIABETES, EXCESSO DE PESO E SUA RELAÇÃO COM A PANDEMIA DE DOENÇAS CRÔNICAS

Quando as células do corpo se tornam resistentes aos efeitos da insulina, o pâncreas aumenta sua produção deste hormônio para tentar vencer a resistência. O consequente excesso de insulina desencadeia alterações como: acúmulo de gordura abdominal, triglicerídeos altos, HDL baixo, pré-diabetes, diabetes ou pressão alta. Quanto mais desses itens presentes, maior o risco de diabetes, infarto, AVC e doença hepática. Esses fatores compartilham os mesmos mecanismos metabólicos como inflamação crônica, aumento de radicais livres e disfunção dos vasos sanguíneos.

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MASSA MUSCULAR: PICO AOS 30 ANOS, MÚSCULOS COMO ÓRGÃO PROTETOR E A IMPORTÂNCIA DOS EXERCÍCIOS FÍSICOS

Quando pensamos em saúde, é comum focar em peso, gordura corporal ou exames laboratoriais. No entanto, um componente frequentemente negligenciado — e absolutamente central — é a massa muscular. Ela não é importante apenas para força ou estética: trata-se de um verdadeiro órgão metabólico, essencial para a funcionalidade, a autonomia e a longevidade. O músculo esquelético é o principal responsável pela captação de glicose mediada pela insulina, respondendo por até 80% do consumo de glicose após as refeições. Assim, a redução da massa muscular favorece: resistência à insulina, diabetes tipo 2, inflamação crônica e piora do perfil lipídico. Além disso, o músculo atua como um importante reservatório de proteínas em situações de estresse, como infecções, cirurgias ou internações.

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EMAGRECIMENTO: 7 VANTAGENS DOS NOVOS MEDICAMENTOS PARA PERDER PESO EM RELAÇÃO AOS ANTIGOS TRATAMENTOS

O emagrecimento saudável é hoje um dos maiores desafios de saúde pública. Durante muitos anos, os medicamentos mais usados para emagrecer eram a Sibutramina e os derivados de anfetaminas, como Fenproporex e Anfepramona. Esses tratamentos atuavam estimulando o cérebro para reduzir o apetite, mas apresentavam limitações importantes de segurança e eficácia.

Nos últimos anos, surgiram novos medicamentos para o emagrecimento, como os análogos de GLP-1 (Saxenda, Wegovy, Ozempic, etc) e os agonistas duplos de GLP-1 e GIP (Mounjaro e Zepbound), que trouxeram uma nova abordagem para a perda de peso, mais moderna e alinhada com o funcionamento do corpo humano.

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DIETA LOW CARB: AS 5 FONTES DE ENERGIA DO CORPO E COMO CALIBRÁ-LO PARA QUEIMA DE GORDURA

Além da contagem de calorias, essencial em qualquer dieta, podemos adotar estratégias simples (como a dieta low carb) para facilitar a queima de gordura pelo corpo e emagrecer. Low carb significa baixo carboidrato, uma dieta de baixo carboidrato tende a ter baixa caloria e, além disso, causa efeitos no metabolismo que favorecem a queima de gordura. Para entendermos como isso acontece, em primeiro lugar, devemos entender quais são as fontes de energia do nosso organismo e em que situação cada uma delas é utilizada.

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JEJUM INTERMITENTE: É REALMENTE NECESSÁRIO COMER DE 3 EM 3 HORAS? A LIMPEZA CELULAR E O USO DA GORDURA CORPORAL

Durante muitos anos, orientava-se fracionar a alimentação ao longo do dia com a ideia de: “acelerar o metabolismo”, evitar queda de açúcar no sangue e controlar a fome. Hoje sabemos que o metabolismo não acelera simplesmente porque você come mais vezes ao dia. O que mais influencia o peso é o total de calorias consumidas no dia — não o número de refeições. Ou seja: não existe obrigatoriedade biológica de comer a cada 3 horas para manter o metabolismo funcionando. O jejum intermitente tem sido amplamente estudado nos últimos anos, e diversos benefícios fisiológicos e metabólicos foram observados em estudos científicos — tanto em humanos quanto em modelos animais.

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FITOTERÁPICOS: 3 PONTOS QUE SOMADOS PODEM REFORÇAR SUA RECOMENDAÇÃO – EVIDÊNCIA CIENTÍFICA, EFEITO LINDY E RECONHECIMENTO PELO SUS E UNIVERSIDADES

A indústria farmacêutica é composta por gigantes globais capazes de bancar estudos milionários. Já o mercado de fitoterápicos e suplementos é altamente fragmentado, com milhares de empresas pequenas. Quase nenhuma possui recursos financeiros para um ensaio clínico robusto. Porém, se uma planta medicinal é usada há séculos ou milênios em diferentes culturas, para propósitos relativamente semelhantes, e seu uso permaneceu ao longo das gerações, então existe uma probabilidade maior de ela ter algum efeito real, ou ao menos de ser relativamente segura nas condições tradicionais de uso.

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