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Dr. Felipe Caixeta - check-up, prevenção, longevidade saudável, suplementação nutricional

Muitas doenças não começam no dia do diagnóstico, elas se desenvolvem silenciosamente durante anos.

Alterações metabólicas podem surgir muito antes do aparecimento de problemas como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.

Identificar esses sinais precocemente permite agir de forma preventiva e cuidar da saúde com mais segurança.

Olá, sou médico com especialização em nutrologia e meu trabalho é ajudar pacientes a compreender melhor o funcionamento do seu metabolismo, identificando precocemente desequilíbrios que podem impactar a saúde ao longo do tempo.

Dr. Felipe Caixeta, especialista em nutrologia, foco em longevidade saudável e prevenção de doenças crônicas

Dr. Felipe Caixeta

CRM-MG 44552

Você Sabia?

é a média de tempo entre altos níveis de insulina no sangue e o adoecimento por diabetes
0 anos

Estudos coorte (que acompanham um grupo de pessoas ao longo do tempo) indicam que níveis elevados de insulina podem estar presentes 10 a 20 anos antes do aparecimento do diabetes.

Durante este período a glicemia ainda pode estar normal, mas o pâncreas já está trabalhando em excesso para compensar a resistência à insulina.

doenças associadas a obesidade
+ de 0

A obesidade está associada a mais de 250 doenças, incluindo doenças cardiovasculares (hipertensão, infarto, AVC), diabetes, alguns tipos de câncer, problemas nas articulações, problemas respiratórios, acúmulo de gordura no fígado, pedra na vesícula, problemas digestivos e disfunções hormonais.

das pessoas acima de 65 anos têm DHEA baixo
Até 0 %

O DHEA é um hormônio que tem papel na manutenção da massa muscular, densidade óssea e função imunológica. 

Em um estudo com mais de 6000 adultos foi verificado que 70% dos homens e 65% das mulheres acima de 65 anos estavam com DHEA-S baixo para faixa etária. 

Vários estudos longitudinais indicam que níveis baixos de DHEA estão associados a um maior risco de mortalidade por todas as causas.

da população está com a vitamina D abaixo do ideal
Até 0 %

Estudos nacionais mostram que 40% a 60% da população brasileira tem níveis de vitamina D abaixo do considerado ideal. Em obesos e pessoas com doenças crônicas este número pode chegar a 70%.

Em especial nas grandes cidades, há pouca exposição solar no dia a dia.

Dr. Felipe Caixeta, prevenção de doenças crônicas e longevidade saudável

Sobre o médico

Após quase duas décadas de atuação na medicina clínica, percebi que muitas doenças crônicas começam a ser tratadas apenas quando já estão instaladas no organismo.

Essa constatação me levou a aprofundar meus estudos em nutrologia e medicina preventiva, buscando compreender melhor como fatores como alimentação, metabolismo e estilo de vida influenciam o surgimento de diversas doenças.

Hoje, meu trabalho no consultório é focado na identificação precoce de alterações metabólicas e na orientação de estratégias que promovam mais saúde, bem-estar e qualidade de vida.

Minha formação

Respeito a Resolução do CFM nº 2.333/2023*

(*contraindica o uso de terapias hormonais com finalidade estética.)

Um ponto essencial: várias doenças começam anos antes do diagnóstico

Em quase 20 anos de atuação como clínico geral, recebi dos pacientes uma pergunta recorrente: 

“Vou ter que tomar este medicamento pelo resto da vida?” 

E minha resposta era sim. Mesmo com mudanças para hábitos de vida saudáveis, ainda sim, provavelmente teriam que tomar os medicamentos.

Desta forma, algo ficou ainda mais claro para mim: muitas doenças crônicas só começam a ser tratadas quando já estão instaladas no organismo.

Nesses casos, frequentemente o tratamento passa a ser apenas de controle, com uso contínuo de medicamentos ao longo da vida.

Entretanto, diversos estudos científicos mostram que o processo de adoecimento pode começar muito antes.

Durante minha pós-graduação em Nutrologia, desenvolvi um trabalho de revisão de literatura que investigou esse processo metabólico precoce. O estudo — avaliado com 90% da pontuação máxima — demonstrou que níveis elevados de insulina podem surgir de 10 a 20 anos antes do diagnóstico de diabetes.

Além disso, a resistência à ação da insulina também está associada ao desenvolvimento de condições como:

  • ⇒ hipertensão arterial
  • ⇒ colesterol elevado
  • ⇒ doenças cardiovasculares
  •  

Isso significa que exames laboratoriais específicos podem identificar alterações metabólicas antes mesmo do aparecimento dessas doenças.

Uma abordagem preventiva e personalizada

Com essas informações, torna-se possível adotar uma estratégia diferente de cuidado com a saúde.

Ao identificar precocemente desequilíbrios metabólicos, o médico pode intervir com mudanças no estilo de vida, ajustes nutricionais e outras estratégias terapêuticas que ajudam a reduzir o risco de doenças no futuro.


A perda de gordura corporal e o ganho de massa muscular há muito tempo deixaram de ser apenas questões estéticas

O gráfico acima mostra o aumento da obesidade que vem ocorrendo no Brasil e em todo o mundo. A gordura corporal em excesso produz substâncias que deixam o corpo mais inflamado, aumentando o risco de desenvolver várias doenças, conforme abaixo. 

Pessoas acima do peso possuem maior risco de ter hipertensão, doença cardíaca, derrame ou problema nos rins (imagem acima).

Além disso, pacientes obesos tem maior risco para diabetes, colesterol alto, asma, gordura no fígado, artrites e alguns tipos de câncer (ilustração acima).

De uma maneira geral, conforme a tabela acima, quanto maior o peso e o IMC (Índice de Massa Corporal), maiores serão os níveis de insulina e maior será a resistência a ação da insulina medida pelo HOMA-IR. Valores de HOMA-IR em torno de 2,5 ou mais já são considerados elevados e podem levar à diabetes e às doenças cardiovasculares.

Para melhores resultados e maior motivação, recomendamos os planos de acompanhamento

Nos planos de acompanhamento, as consultas serão realizadas a cada 90 dias, em um total de 3 consultas ao longo de 6 meses.

Após cada consulta, o paciente terá suporte pelo WhatsApp ou pelo e-mail contato@drfelipecaixeta.com.br por 30 dias para dúvidas, possíveis efeitos colaterais, avaliação de resultados de exames, etc.

Check-up metabólico

Avaliação do metabolismo geral, de deficiências nutricionais, da saúde dos órgãos e glândulas e da composição corporal para traçar planos de tratamento direcionados a melhorar a saúde, bem estar, qualidade de vida e longevidade. 

Mais do que tratar doenças já instaladas, busco ajudar cada paciente a compreender melhor o funcionamento do seu organismo e a cuidar da saúde de forma antecipada, antes do surgimento de doenças.

Plano de prevenção de doenças crônicas

Você sabia que as doenças crônicas mais comuns, como a hipertensão ou a diabetes, possuem uma origem metabólica comum? É a chamada Síndrome Metabólica. Ela é uma condição relacionada à dificuldade progressiva da insulina agir no corpo para controlar os níveis de açúcar no sangue.

É possível agir corrigindo este distúrbio diminuindo a probabilidade de doenças crônicas. Importante para pacientes com história familiar de hipertensão, diabetes ou doenças do coração, além de pacientes acima do peso ideal ou pré-diabéticos.

Plano de tratamento da fadiga, cansaço ou esgotamento

Indicado para pacientes que apresentam queixas de baixa energia, cansaço persistente ou sensação de esgotamento. O protocolo é baseado na avaliação individualizada e na correção de possíveis deficiências de nutrientes essenciais envolvidos na produção de energia e no desempenho físico e mental, com foco na recuperação da disposição e melhora da qualidade de vida.

Gestão dos nutrientes relacionados à imunidade

Estratégia voltada ao fortalecimento do sistema imunológico por meio de ajustes alimentares e suplementação personalizada. Indicado para pacientes com infecções recorrentes, como gripes e viroses.

O plano inclui avaliação individualizada para identificação e correção de possíveis deficiências de vitaminas e minerais essenciais à defesa do organismo, promovendo maior resistência e equilíbrio imunológico.

Suplementação nutricional associada à musculação e ao desempenho esportivo

Estratégia voltada à otimização dos resultados nos treinos por meio de suplementação individualizada e baseada em evidências.

Auxilia no ganho de força, melhora da performance e recuperação muscular, com foco em segurança e saúde metabólica.

Protocolo estruturado para potencializar resultados sem a necessidade do uso de hormônios anabolizantes.

Suplementação nutricional associada à tratamentos ortopédicos

Abordagem que complementa tratamentos como fisioterapia, pilates e pós-operatório ortopédico, contribuindo para melhor recuperação e controle da dor.

Baseada na correção de deficiências e no suporte nutricional adequado aos tecidos musculoesqueléticos.

Realizada de forma integrada com outros profissionais, visando melhores resultados e recuperação mais eficiente.

Protocolo de emagrecimento saudável

Os novos medicamentos disponíveis, associados a mudanças no estilo de vida, permitem a perda de gordura de forma segura e eficaz.

Prioriza a manutenção da massa muscular durante o processo, fator essencial para saúde metabólica, desempenho físico e longevidade.

Alguns resultados de pacientes após suporte nutricional, suplementação, exercícios resistidos e adequação de hábitos

Os exames a seguir mostram que é possível obter bons resultados com o uso de suplementos que atuam como cofatores ou moduladores das vias metabólicas envolvidas na produção natural de hormônios esteroides (cascata hormonal). 

Sendo assim, não há necessidade do uso de hormônios anabolizantes exógenos (como implantes, injetáveis, via oral ou cremes), os quais podem estar associados a efeitos adversos, especialmente quando utilizados sem indicação adequada.

Nessa estratégia, os hormônios são produzidos pelas próprias glândulas do paciente (ovários, testículos e adrenais), respeitando sua capacidade fisiológica. Em geral, isso está associado a um menor risco de efeitos adversos. 

Já o uso de hormônios exógenos pode, em determinadas situações, reduzir a produção natural hormonal por mecanismos de retroalimentação negativa. Por outro lado, a abordagem com suporte nutricional e suplementação adequada pode contribuir para o funcionamento equilibrado dessas glândulas.

Paciente 1: níveis de testosterona iniciais

Paciente 1: níveis de testosterona após suporte nutricional + suplementação + exercícios resistidos + adequação de hábitos

Paciente 2: níveis de testosterona iniciais

Paciente 2: níveis de testosterona após suporte nutricional + suplementação + exercícios resistidos + adequação de hábitos

A preservação da massa magra garante a funcionalidade do corpo e a independência ao longo da vida

Figura – Variação da massa e força muscular ao longo da vida.
Fonte: Adaptado de ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). World report on ageing and health. Geneva: World Health Organization, 2015.

O gráfico acima mostra a massa muscular ao longo da vida. Ela começa a diminuir na idade adulta e continua com o avanço da idade. Dependendo dos hábitos de vida, esta queda pode ser mais intensa (curva de baixo) e levar a prejuízos na funcionalidade do corpo e mobilidade.

Figura – Percentual de gordura em homens e mulheres por faixa etária
Fonte: UNITED STATES. National Center for Health Statistics. National Health and Nutrition Examination Survey, 1999–2004. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC5901781/ (Ver figura 4 – Acesso em: 27 de abril/2026)

Em contrapartida, o gráfico acima mostra em média o aumento da gordura corporal em homens e mulheres ao longo da vida, o que eleva o risco para doenças cardiovasculares dentre outras.

Estimativa de queda da massa muscular em homens e mulheres ao longo da vida. É prudente para uma longevidade saudável investir em hábitos de vida que preservem o tecido muscular.

Para quem a consulta pode ser especialmente útil

O acompanhamento pode ser indicado para pessoas que desejam compreender melhor o funcionamento do seu metabolismo e cuidar da saúde de forma preventiva.
A consulta pode ser especialmente útil para quem apresenta:

Histórico familiar de doenças crônicas

Pessoas com familiares que tiveram diabetes, hipertensão, colesterol elevado ou doenças cardiovasculares podem se beneficiar de uma avaliação preventiva para identificar precocemente alterações metabólicas.

Dificuldade para perder peso ou tendência ao ganho de peso

Alterações no metabolismo, resistência à insulina e hábitos de vida podem dificultar o controle do peso. Uma avaliação adequada pode ajudar a identificar fatores que influenciam esse processo.

Alterações em exames laboratoriais

Pacientes que apresentam alterações como:

  • ⇒ glicose elevada
  • ⇒ pré-diabetes
  • ⇒ colesterol ou triglicerídeos aumentados
  • ⇒ níveis elevados de insulina

podem se beneficiar de uma avaliação mais aprofundada do metabolismo.

Cansaço frequente ou baixa energia

Sintomas como fadiga persistente, dificuldade de concentração ou sensação de energia reduzida podem estar relacionados a fatores metabólicos ou nutricionais.

Estresse e sobrecarga mental

Rotinas profissionais intensas podem impactar o metabolismo, o sono e o bem-estar geral, sendo importante avaliar estratégias que favoreçam o equilíbrio do organismo.

Interesse em uma abordagem mais preventiva da saúde

Muitas pessoas procuram avaliação mesmo sem apresentar doença estabelecida, mas com o objetivo de cuidar da saúde de forma antecipada e reduzir riscos futuros.

Benefícios da abordagem preventiva

A identificação precoce de alterações metabólicas permite:

  • ⇒ compreender melhor o funcionamento do organismo
  • ⇒ reduzir fatores de risco para doenças crônicas
  • ⇒ melhorar o metabolismo e a disposição
  • ⇒ promover mais qualidade de vida no longo prazo

A saúde das glândulas adrenais pode impactar no bem estar, energia e longevidade

As glândulas adrenais são duas pequenas estruturas localizadas uma sobre cada rim e têm papel fundamental na produção de hormônios ligados à energia, ao metabolismo, ao controle do estresse e à imunidade.

O dehidroepiandrosterona (DHEA) é um importante hormônio produzido pelas glândulas adrenais e seus níveis podem ser avaliados pelo exame de sangue. Ele funciona como precursor do testosterona e estradiol, além de ter efeitos próprios.

Os níveis de DHEA diminuem progressivamente com a idade. Baixos níveis têm sido associados a maior risco de doenças cardiovasculares, declínio cognitivo e mortalidade precoce em alguns estudos.

Entretanto, existem suplementos e combinações nutricionais que podem ajudar a dar suporte à função das glândulas adrenais (ou suprarrenais). Eles não “estimulam” diretamente a glândula de forma artificial, mas fornecem nutrientes e compostos que participam da produção hormonal e da regulação do estresse.

Essas fórmulas costumam ser usadas em contextos de fadiga relacionada ao estresse crônico, baixa energia ou recuperação do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal.

Glândulas adrenais saudáveis também favorecem a memória e diminuem o risco de sintomas depressivos. Além disso, podem contribuir para a sensibilidade à insulina e estão associadas a maior densidade mineral óssea, reduzindo risco de osteoporose.

Veja como são determinados os valores de referência dos exames laboratoriais e o nosso método de avaliação

Reúne-se um grupo grande de pessoas sem doenças conhecidas, os exames são feitos nas mesmas condições e metodologia. A partir dos resultados é traçada uma curva.

A maioria dos resultados fica em torno da média (Mean), por este motivo a curva é mais alta nesta região, representando o maior volume. Quanto mais próximo das extremidades da curva, menor o volume de pessoas e por isso a curva é mais baixa. 

Poucos valores ficam muito abaixo ou muito acima da média (nas “pontas” da curva), são justamente estes valores os considerados fora da normalidade. Por isso, são considerados anormais os 2,5% mais baixos e os 2,5% mais altos dentro da totalidade dos exames realizados (em vermelho). São considerados normais os 95% restantes (em verde).

Dentro dos 95% considerados normais, existem pessoas com a saúde melhor e pessoas com a saúde não tão boa.

Sendo assim, se estivermos medindo uma substância que faz bem ao organismo, o ideal é estar da média para mais (entre Mean e o limite da região em verde, próximo ao Upper Limit). Se estivermos medindo uma substância que é ruim para o corpo, o melhor é estar da média para menos (entre Mean e o limite da região em verde, próximo ao Lower Limit).

Para uma longevidade saudável devemos buscar, dentro dos valores de referência, estar sempre da média para melhor, não acha? 

Como funciona a primeira consulta

A primeira consulta é divida em 3 etapas:

 ⇒ 1ª etapa: cadastro do paciente, envio de questionário pré-consulta e, baseado nas respostas, é feito um pedido de exames de check-up e avaliação metabólica. Esta etapa é feita on-line;

 ⇒ 2ª etapa: consulta presencial com avaliação clínica, análise dos hábitos de vida, avaliação dos resultados de exames, exame de composição corporal e alinhamento de objetivos. A consulta tem cerca de 1 hora de duração;

 ⇒ 3ª etapa: envio por e-mail ou WhatsApp do plano alimentar e da receita de suplementos e medicamentos (quando necessário).

Sempre que possível, recomendamos responder o questionário antes do atendimento para um melhor aproveitamento da consulta.

Caso o paciente já tenha exames recentes, eles poderão ser aproveitados. Porém, podem ser solicitados exames complementares para uma melhor análise do metabolismo.

O exame de composição corporal é feito através de equipamento de bioimpedância. Outros métodos de avaliação podem ser utilizados se for conveniente para o paciente.

Como é feita a análise dos exames laboratoriais

Além dos exames tradicionais de check-up, serão analisados de forma aprofundada marcadores metabólicos relacionados a:

  • ⇒ estado nutricional
  • ⇒ metabolismo geral
  • ⇒ inflamação metabólica
  • ⇒ metabolismo da glicose
  • ⇒ perfil lipídico

Essas informações ajudam a identificar alterações que muitas vezes surgem antes do aparecimento de doenças.

Identificação de desequilíbrios metabólicos

Com base na avaliação clínica, na avaliação de composição corporal e nos exames laboratoriais, é possível identificar fatores que podem estar contribuindo para sintomas ou para o aumento do risco de doenças no futuro.

Entre os aspectos frequentemente avaliados estão:

  • resistência à insulina
  • excesso de peso ou obesidade
  •  alterações no colesterol
  •  deficiências nutricionais
  •  impacto do estresse e do estilo de vida no metabolismo

Plano de cuidado individualizado

A partir dessa análise, é elaborado um plano de cuidado adaptado às necessidades de cada paciente.

Esse plano pode envolver orientações relacionadas a:

  • ⇒ alimentação e hábitos de vida
  • ⇒ estratégias para melhorar o metabolismo
  • ⇒ estratégias para melhorar a composição corporal 
  • ⇒ correção de deficiências nutricionais
  • ⇒ uso criterioso de nutrientes, fitoterápicos e medicamentos, quando indicado

O objetivo do atendimento é compreender o funcionamento do organismo de forma ampla e atuar na prevenção e no cuidado das condições que mais impactam a saúde ao longo da vida.

Minha trajetória na medicina

Venho de uma família marcada por um forte histórico de diabetes e doenças cardíacas. Metade dos meus avós enfrentou essas condições, e há também vários familiares com dificuldades relacionadas ao peso e à obesidade. Tenho, inclusive, um parente de primeiro grau que convive com as três enfermidades.

No meu próprio caso, sou pré-diabético desde os 25 anos. Essa realidade não apenas faz parte da minha história — ela ajudou a moldar minha trajetória. Por isso, no curso dos meus estudos, sempre me aprofundei nesses temas com atenção e propósito, buscando compreender melhor essas doenças e, sobretudo, como preveni-las e enfrentá-las.

Sou médico formado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Durante a graduação, desenvolvi grande interesse pelo funcionamento do organismo humano, especialmente nas áreas de bioquímica e farmacologia, tendo atuado como monitor acadêmico nesta última.

Iniciei minha carreira como médico da família no interior de Minas Gerais, experiência que me permitiu compreender, na prática, o impacto dos hábitos de vida na saúde das pessoas.

Posteriormente, retornei a Belo Horizonte, onde me tornei médico concursado da prefeitura. Em seguida, especializei-me em Medicina do Trabalho, atuando em grandes empresas em Minas Gerais e Santa Catarina.

Ao longo dessa trajetória, progredi até o cargo de gestor, onde me tornei responsável pelos serviços de Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho de uma grande empresa metalúrgica – multinacional sediada na região de Belo Horizonte.

Durante esses anos de prática clínica, solicitei e acompanhei milhares de exames de check-up. Isso me permitiu observar, de forma concreta, os desequilíbrios metabólicos relacionados ao estilo de vida e alimentação inadequada e sua progressão para as doenças crônicas no transcorrer dos anos.

A descoberta que mudou minha forma de enxergar a medicina

Essa experiência despertou uma pergunta fundamental:

Seria possível agir antes que as doenças crônicas se desenvolvessem?

Buscando aprofundar essa visão preventiva, realizei pós-graduação em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), além de diversos cursos de capacitação e especialização nesta área.

Com esse novo olhar, passei a incorporar estratégias baseadas na correção de deficiências nutricionais, na otimização do metabolismo e no uso criterioso de fitoterápicos e medicamentos.

Na prática clínica, observei resultados muito positivos em diferentes perfis de pacientes:

⇒ pacientes com sinais de baixa imunidade

⇒ pessoas com pré-diabetes ou sinais iniciais de hipertensão

⇒ trabalhadores com dores musculoesqueléticas

⇒ profissionais submetidos a elevados níveis de estresse

⇒ obesos e portadores de doenças crônicas

  •  

Meu objetivo no consultório

A prevenção apenas pelos exames de rotina não é suficiente. Também é indispensável cuidar dos hábitos de vida. Em especial em relação a alimentação, exercícios, sono e estresse.

Meu objetivo é oferecer uma medicina baseada em ciência, mas com um olhar atento para a prevenção.

Mais do que tratar doenças já instaladas, busco ajudar cada paciente a compreender melhor o funcionamento do seu organismo e a cuidar da saúde de forma antecipada.

Acredito que, quando identificamos e corrigimos os desequilíbrios metabólicos precocemente, é possível promover não apenas mais saúde, mas também mais qualidade de vida, disposição e longevidade.

Minhas redes sociais

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Recomendo

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"A crença em uma única verdade e em estar de posse dela é a causa-raíz de todos os males do mundo."

Max Born (1882 – 1970), recebeu o Prêmio Nobel de Física em 1954, um dos fundadores da mecânica quântica.

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Quando pensamos em saúde, é comum focar em peso, gordura corporal ou exames laboratoriais. No entanto, um componente frequentemente negligenciado — e absolutamente central — é a massa muscular. Ela não é importante apenas para força ou estética: trata-se de um verdadeiro órgão metabólico, essencial para a funcionalidade, a autonomia e a longevidade. O músculo esquelético é o principal responsável pela captação de glicose mediada pela insulina, respondendo por até 80% do consumo de glicose após as refeições. Assim, a redução da massa muscular favorece: resistência à insulina, diabetes tipo 2, inflamação crônica e piora do perfil lipídico. Além disso, o músculo atua como um importante reservatório de proteínas em situações de estresse, como infecções, cirurgias ou internações.

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Nos últimos anos, surgiram novos medicamentos para o emagrecimento, como os análogos de GLP-1 (Saxenda, Wegovy, Ozempic, etc) e os agonistas duplos de GLP-1 e GIP (Mounjaro e Zepbound), que trouxeram uma nova abordagem para a perda de peso, mais moderna e alinhada com o funcionamento do corpo humano.

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